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domingo, novembro 15, 2009

COMPROMISSO DE HONRA

O Náutico, de Abiud Gomes, atendendo ao apelo do Cruzeiro, de Marcos Cardoso, vai para a guerra do 2º turno/Série Ouro.
O campeonato de botãobol (futebol de botões, jogado na regra pernambucana, a rainha das regras) de 2009, promovido pela Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, neste sábado, dia 14 de novembro, chegou ao final do Turno de Classificação. Nove equipes se classificaram para o 2º Turno/Série Ouro: Internacional, Vila Belmiro, Botafogo, Grêmio, Santos, Porto, Náutico, Hércules e Flamengo. As outras oito: Milan, São Paulo, Cruzeiro, Fluminense, Chelsea, Coritiba, Vitória de Guimarães e Itacuruba, juntamente com o Ypiranga, que entrou em substituição ao eliminado Corinthians, disputarão o 2º turno/Série Prata. Essa segunda fase da competição será em jogos de ida e volta e o campeão da Série Ouro decidirá o campeonato com o vencedor do Turno de Classificação. Das nove equipes que integram a Série Ouro, pelo menos seis delas têm condições de chegar ao título de campeã de botãobol de 2009. Pelo visto, vão acontecer jogos emocionantes e sensacionais.

A par de tudo isso, cabe aqui um registro: o Náutico, desse blogueiro, estava propenso a não continuar na disputa nesse 2º turno. Em primeiro lugar, pensou-se em ficar na Série Prata, evitando confrontos desagradáveis, contra adversários indesejáveis, porém, o time alvirrubro, por força de sua tradição, decidiu participar da Série Ouro, embora já se saiba de antemão que entrará com 6 pontos perdidos. O regulamento da competição dá direito a que uma equipe possa perder jogos por WxO, no máximo por duas vezes. Caso haja uma terceira vez, a mesma será eliminada do campeonato. Isso não quer dizer que o alvirrubro da Torre abdica da disputa do título da Série Ouro. A dificuldade passa a ser enorme, mas a luta será insana pela conquista do objetivo. Agora, na hipótese da conquista, aí, sim, o Timbu seria o vice campeão mais honrado da APFM. É esse o compromisso assumido.

A guerra terá seu início no sábado, dia 21 de novembro, com muita emoção, com promessa de belos espetáculos, que só o botãobol é capaz de proporcionar. Viva o botão!

domingo, novembro 08, 2009

GENTE, O MENGÃO É OURO!

O Mengão, do tranquilo Fernando Esperma, surpreende e vai para o 2º Turno/Série Ouro.
Mais um sábado de grande movimentação na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa com a realização do campeonato de 2009 de Botãobol (futebol de botões jogado na regra pernambucana). Foram cinco partidas, cujos resultados já definiram praticamente as equipes para o 2º Turno da competição, nas séries ouro e prata. No clássico da rodada, Grêmio, de José Ribamar e Náutico, de Abiud Gomes, empataram em 0x0, num jogo bastante equilibrado. Ambas as equipes já estavam asseguradas na Série Ouro, daí não terem se arriscado muito em busca de um melhor resultado. A partida aconteceu na Toca da Raposa e teve a arbitragem tranqüila de José Hércules. Antes, no Brasília Stadium, o Grêmio enfrentou o Fluminense, de Flávio Azevedo, vencendo-o por 3x0, com gols de Bira, Ruy Ramos e Afonsinho. Arbitragem de Hugo Alexandre. No Timbuzão, o Santos, de Adilson Ribeiro, venceu com tranqüilidade o Hércules, de José Hércules, pelo placar de 3x0, com dois gols de Bodinho e um de Ayala, com Fernando Esperma no apito. Na seqüência, na Toca da Raposa, o Peixe voltou a campo, dessa vez, para enfrentar o Vitória de Guimarães, de Azevedo Neto, derrotando-o por 1x0. Com essas duas vitórias, o Santos consolidou sua classificação na Série Ouro. Fechando a jornada, no Hércules Stadium, Flamengo, de Fernando Esperma e Milan, de Tuca Oliveira, fizeram um jogo de arrepiar, valendo uma classificação inédita para o 2º Turno/Série Ouro. O Milan começou com tudo e abriu o placar através de Breno. No finalzinho do jogo, os “rossoneri” da Estância, não souberam segurar o ímpeto do Mengão e viram Severino Ramos fazer o tento de empate que deu ao rubronegro do Hospício a tão almejada vaga na série Ouro.
O benjamim da APFM agora vai, nesse 2º turno, lutar para não ser engolido pelos pesos pesados do botãobol. É comum, aqui no âmbito da Entidade, se cantar uma musiquinha que já vaticina o calvário que está preparado para o Mengão, conforme se observa nos versos: “Jogar na ouro pra ganhar o quê? Uma lanterninha e muita lapada!”. Será que a escrita vai ser mantida?

Com oito equipes já definidas, as atenções se voltam para a última rodada do Turno de Classificação, a ser realizada no próximo sábado, quando se saberá quem irá ocupar a nona e última vaga. O Porto, de Dinoraldo Gonçalves, leva todo o favoritismo do mundo, pois terá dois jogos a cumprir e precisa apenas de uma vitória. O outro candidato à vaga é o Milan, que já encerrou suas partidas e torce pelo insucesso do Tricolor de Maranguape nessas duas partidas, para que assim possa atuar pela primeira vez na Série Ouro do 2º Turno. É quase impossível que isso venha a ocorrer.
No Núcleo da Regra Paulista, Alexandre Pentinho e Nando dos Santos estiveram se exercitando, com vistas às próximas competições. Vale salientar que Pentinho experimentou, pela primeira vez, o que é jogar botãobol. Demonstrou ter potencial para seguir em frente. Um conselho apenas: deixe o pente de lado e use uma palheta.
E assim se passou mais um sábado deslumbrante nesse mundo maravilhoso do futebol de botões. Viva o botãobol! Viva o botão!

domingo, novembro 01, 2009

A VOLTA AOS QUINTAIS, TERRAÇOS E GARAGENS

Abiud, botonista inveterado, em mais um momento feliz.
A luta pela sobrevivência do futebol de botões continua sendo enorme. Muitas idéias para o desenvolvimento desse esporte foram lançadas, com algumas sendo colocadas em prática, na tentativa de agregar mais e mais pessoas num mesmo espaço. Porém, há um fato importante que foi deixado de lado: o comportamento das pessoas. Infelizmente, em cada cabeça, um mundo, conforme reza o dito popular, daí tornar-se humanamente impossível o convívio entre botonistas sem que haja conflitos. Sempre foi observado que o jogo de botão não passa de uma brincadeira entre parentes e amigos, acontecendo sempre nos terraços, quintais e garagens, normalmente nos fim-de-semana ou algumas vezes à noite, após a novela das oito. Como são disputas, haverá sempre vencedores e vencidos e com isso não faltam as desavenças que logo se dissipam, prevalecendo sempre a amizade, cultivada durante grande período de suas vidas. São laços indestrutíveis.

Quando se sai desses terraços, quintais e garagens, a coisa muda de figura. De início, o grupo de amigos se reúne e parte para a organização de uma associação. As portas são obrigadas a serem abertas a todos, mesmo que haja critérios na escolha para admissão de novos sócios. Pensa-se sempre numa sociedade homogênea, sem interesses outros que não o do desenvolvimento do esporte. Esse é o pensamento original daqueles que deram início a empreitada. Mas no percurso haverá pedras no meio deste árduo caminho. Começam os conflitos, os interesses outros, as vaidades, as afrontas, os mexericos, os disse-me-disse e aí percebe-se que a natureza humana é contrastante no que se refere ao comportamento, mesmo que haja regras de convívio entre as pessoas. A empatia entre os membros da associação, de repente, se transforma em antipatia e surgem grupinhos que tendem a se insurgir contra tudo que é planejado para que o jogo de botão siga firme e forte. Acaba-se a seriedade, notadamente nas competições e percebe-se muitas vezes a clara falta de desportividade. Começa o favorecimento para esse ou aquele disputante. A ética vai para o espaço. É o início do retrocesso.

Aparece os primeiros sinais de fadiga nessa desesperada luta pela sobrevivência e a tão sonhada convivência pacífica passa a ser vista como utopia, como na realidade sempre foi. É o fim de um sonho.

A solução é voltar aos quintais, terraços e garagens, no seio dos parentes e amigos, onde pode-se brincar de jogar botão com toda naturalidade, sem percalços, sem vaidades, sem outros interesses. Valeu a experiência! Viva o botão!

segunda-feira, outubro 26, 2009

A HORA DA VERDADE

O Fluminense, de Flávio Azevedo, perde para o Porto, de Dinoraldo Gonçalves, após a bela vitória sobre o Internacional

E pegou fogo o campeonato de botãobol (futebol de botões na regra pernambucana) de 2009, na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa. O Internacional com toda sua empáfia, tropeçou ante o Fluminense e, assim, viu o Botafogo chegar e ficar bem grudadinho, fungando no seu cangote. É mais uma lição que o Saci deve aprender. No botãobol, o jogo é decidido na mesa. A exemplo do que ocorre com o futebol, quem morre de véspera é peru. O Colorado foi arrogante demais para com o Fluminense, querendo desestabilizá-lo durante toda a semana com provocações e ameaças de goleada. Simplesmente, tratou o Pó-de-Arroz como um timinho e que os três pontos já estavam no papo. Apregoava que seria campeão com um pé nas costas, pois teria pela frente, nessa reta de chegada, apenas equipes medíocres. Não tinha nem graça. O título já estava no papo.
Quem conhece um pouco do botãobol, sabe que há a necessidade de se manter toda a tranquilidade necessária para se obter um ótimo desempenho, coisa que o Saci, ao longo dos anos, demonstra não ter. Vai se empolgando a cada vitória conquistada, porém, parece não acreditar no sucesso final, começando, então, a ver fantasmas e mais fantasmas, em sua perseguição. O medo do fracasso é tanto que o Internacional sempre tende a perder as estribeiras quando tem início os jogos que vão decidir sua sorte nas competições.
Há vários exemplos, sendo o mais contundente o ocorrido nas mesas do Santa Cruz Futebol Clube, numa comemoração do Dia dos Pais, quando o Inter chegou à final do Torneio e teria pela frente o Palestra Itália, do veteraníssimo René Cézar. "Esse troféu já é meu!". "Vou golear!" bradava a plenos pulmões. Na hora da verdade, o que se viu foi o Velho Rena dá-lhe uma traulitada, com Madeirón e tudo. O Saci, então, recolheu-se a sua insignificância.
Decorrido todos esses anos, parece que o Colorado esqueceu a lição e perdeu de vez a humildade.
Talvez seja a hora e a vez de levar nova traulitada. O Turno de Classificação está, na verdade, mais para o Internacional, porém, a torcida que poderia estar do seu lado não mais suporta a prepotência do Colorado e já vê com bons olhos um triunfo botafoguense. Seria uma festa! Viva o botão!

domingo, outubro 18, 2009

SALVE! SALVE! SETENTÃO

Adilson Ribeiro, o mais novo setentão do pedaço.
Foi sem sombra de dúvida um fim de semana bem bacana. Só não foi melhor porque o Náutico, desse blogueiro, no Botãobol (futebol de botões jogado na regra pernambucana), perdeu para o São Paulo, de Max Monteiro, vendo assim diminuída as chances de figurar na Série Ouro do 2º Turno. O Internacional, de Paulo Jiquiá, com a vitória sobre o Coritiba, de Cláudio Sandes, é quase campeão do Turno de Classificação.
Faltando apenas três rodadas, torna-se dificil imaginar que o Colorado venha sofrer qualquer tropeço nessa reta de chegada. Botafogo, de Marcos Silva e Vila Belmiro, de Albertinho, são os únicos que ainda têm alguma chance de chegar ao topo da tabela, caso o Saci venha a cair do cavalo. Até o Hércules, que vinha de resultados surpreendentes, falhou nesse momento decisivo do campeonato, perdendo para o Milan, de Tuca Oliveira, dando adeus a qualquer possibilidade de ir para as cabeças.
Além do Internacional, já garantiram o lugar na Série Ouro: Botafogo, Vila Belmiro, Hércules Grêmio. As outras quatro vagas estão sendo disputadas por Milan, São Paulo, Porto, Náutico, Santos, Cruzeiro e Flamengo. Na Série Prata já estão com assento: Vitória de Guimarães, Chelsea, Coritiba, Fluminense e Itacuruba.
Deixando um pouco o Botãobol, vale registrar a presença na APFM, neste sábado, dessa figura formidável do mundo do botão, Armando Pordeus, que nos deu a certeza de que irá implantar muito em breve a Regra Carioca - 3 Toques, abrindo mais ainda o leque de opções dos amantes do futebol de botões.
Deixei, de propósito, para o fim, tecer algumas considerações sobre o aniversário de Adilson Ribeiro, Presidente da APFM, que completou 70 anos de idade. É o mais novo setentão do pedaço. Foi uma festança nunca vista antes. Foi simplesmente espetacular! Teve direito até a "striptease". Mata o véio, mata! Valeu, Neguinho! Parabéns! Viva o botão!

domingo, outubro 11, 2009

CONTINUA A LADAÍNHA

Não teve jeito de mudar. A ladaínha continua. O Inter é cada vez mais líder.

È isso ai, gente do futebol de botões. É duro continuar dizendo, mas o Internacional, de Paulo Jiquiá, está firme e forte na liderança do Turno de Classificação do Campeonato Oficial de 2009. O Náutico, deste blogueiro, jogou extraordinariamente bem mas o Colorado conseguiu o empate em mais um gol espírita de Vinícius, o iluminado. Somando-se a isso tudo, o Saci foi bafejado pela sorte pois os seus perseguidores também não obtiveram sucesso na rodada, deste sábado, dia 10 de outubro. O Hércules simplesmente empatou com o Grêmio, de José Ribamar, enquanto que o Botafogo, de Marcos Silva, sentiu o que é um coice de uma zebra. O lanterna Itacuruba, de Alexandre Freitas, estava com a moléstia dos cachorros e mandou o time do Setúbal lá para as bandas de Chico City. Parece que a batida do carro tá fazendo um efeito danado no Gordinho da Paulista. Por sua vez, o São Paulo, de Max Monteiro, vem se desgovernando, descendo a ladeira a toda. Levou uma cipoada de 4x0 e agora já tá beirando a zona da prata. O Chelsea, de Hugo Oliveira, que estava atolado no brejo, após a derrota para o Porto, de Dinoraldo Gonçalves, levantou um pouco a moral e espera agora que chegue a Série Prata para apagar a má impressão. A vitória de 1x0 sobre o Vitória de Guimarães da Rua do Sebo, deu ânimo novo aos blues do Aeroporto. Já o cuca fresca do Fluminense antecipou seu jogo da 14ª rodada, contra o Botafogo, mas não teve acordo , levando mais uma lapada.
Faltam 4 rodadas para o término do Turno de Classificação e a ladainha continua, com o Colorado rindo a toa.
Cabe um registro especial para a vitória de WxO do Santos, de Adilson Ribeiro, sobre o Grêmio, de José Ribamar. Foi a ressurreição do futebol de botões da Estância, com toda a sua catimba. É uma história para ser contada em outra oportunidade. O que vale ressaltar é que o Tricolor da Mangueira provou do próprio veneno. Nos corredores da APFM só se ouvia o bochicho: "quem com ferro fere, com ferro será ferido!".
No núcleo da Regra Paulista, Albertinho compareceu com seu time Fogo-Teibéi do São Paulo, todo lampeiro, mas Marcellus Queiroz não quis nem saber e o cacete comeu solto, sem dó nem piedade, nas costas do Tricolor do Metrô de Ypiranga.
Fechando o sábado, registre-se a presença vapt-vupt de Armando Pordeus. Já chegou contando as horas, bebeu água e foi-se embora e nem esperou por mim. Que que é isso Armandão! Precisamos de você na APFM, urgente!
Viva o botãobol! Viva o botão!

segunda-feira, outubro 05, 2009

A MESMA LADAÍNHA

O Internacional, de Paulo Jiquiá, é o centro das atenções do botãobol, na APFM.
Este blogueiro já está ficando cansado de tanto clamar que o Internacional, de Paulo Jiquiá, continua firme e forte na liderança do campeonato oficial de 2009, no botãobol (futebol de botões jogado na regra pernambucana, a rainha das regras). Todo sábado, é a mesma ladaínha: Inter vence mais uma e está cada vez mais perto do título do Turno de Classificação. Perdeu a graça. Vamos ver se no próximo sábado, quando o Colorado estiver frente a frente com o Náutico, deste blogueiro, a escrita possa finalmente ser mudada. Faltando apenas cinco rodadas para o término do turno, o Saci alcançou a marca de 29,5 pontos, conquistados em 12 partidas. Com o mesmo número de jogos, o Hércules, com 26,3 pontos, segue na vice liderança. No 3º lugar aparece o Botafogo, com 23,1 pontos, porém, com um jogo a menos. O Vila Belmiro, com 23 pontos em 12 jogos, alcançou a 4ª colocação. Segue-se, pela ordem, Grêmio, São Paulo, Náutico, Flamengo e Milan. Todas essas equipes, caso o 1º turno terminasse agora, estariam classificadas para o 2º Turno - Série Ouro. Os demais times: Cruzeiro, Porto, Santos, Vitória de Guimarães, Coritiba, Fluminense, Chelsea, Itacuruba, comporiam o 2º Turno - Série Prata. Infelizmente, por abandono, o Corinthians foi eliminado do campeonato.
Observe-se que a pontuação das equipes é fracionada. Há uma explicação para isso: nos empates, além do ponto conquistado, cada equipe recebe uma bonificação de 0,1 pontos, por gol marcado. Exemplo: nos empates em 0x0, as equipes apenas recebem 1 ponto positivo. No empate de 1x1, cada equipe soma 1,1 pontos. E assim por diante. Essa foi a fórmula encontrada para que os times tenham sempre uma postura ofensiva. Na realidade, o gol é o grande momento do botãobol, a exemplo do que ocorre com o esporte que lhe deu origem, o futebol.
É bom que também saibam que, nas competições oficiais de botãobol, é levado em consideração, como ocorre nos campeonatos de futebol, a artilharia das equipes, o artilheiro do campeonato, a defesa menos vazada, o número de vitórias etc etc, tudo registrado nas súmulas de cada jogo disputado. A organização de uma competição tem sempre o aval de todos os participantes, quando então é elaborado o regulamento, o qual deverá ser obedecido fielmente pelos integrantes de cada evento.
A APFM, com seus estatutos e seu regimento interno, prima pela seriedade com que organiza suas competições, daí o sucesso que vem alcançando sempre. Vale a pena todo esse esforço. Viva o botãobol! Viva o botão!

terça-feira, setembro 29, 2009

BOTÃOBOL

O botãobol, esporte jogado na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa.

Antes de mais nada, quero dizer que não é intenção deste blogueiro causar qualquer tipo de polêmica. Ocorre que o futebol de botões vem sendo jogado das mais diferentes maneiras. Como foi insinuado pelo presidente da Federação Paulista de Futebol de Mesa que o jogo de botões tem que ser dissociado do futebol, esporte que o inspirou e tendo observado nas minhas andanças por esse Brasil afora que aqui em Pernambuco, o jogo de botões, na regra pernambucana é todo calcado em cima do esporte que lhe deu origem, tornando-o diferente em todos os sentidos, então, coerentemente, resolvi, por iniciativa própria, denominar de botãobol o esporte praticado nas mesas da APFM, seguindo à regra pernambucana. Chega de 12 toques, 3 toques, dadinho 9x3 etc, etc. Aqui, no maravilhoso Recife, na sede majestosa da Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, se pratica, principalmente, o botãobol, esporte que traz para a mesa toda a emoção vivida no futebol. Para mostrar que não somos radicais, a APFM tem também seu núcleo da regra paulista e, muito em breve, o da regra carioca, portanto vai continuar ostentando o nome como foi instituida. E acabou a briga. Viva o botãobol! Viva o botão! Viva a democracia!

domingo, setembro 27, 2009

INTERNACIONAL SEGUE ABSOLUTO

O Grêmio, de José Ribamar, levou sorte ante o Porto, de Dinoraldo Gonçalves.
O campeonato oficial de 2009 da APFM, na regra pernambucana, deu seqüência com 8 jogos disputados, válidos pelo Turno de Classificação. A surpresa da rodada ficou por conta da derrota do São Paulo, de Max Monteiro, que vinha de bons resultados. O Flamengo, de Fernando Esperma, não tomou conhecimento do Tricolor do Samu, derrotando-o por 2x0. Outra equipe que se apresentou mal, porém, contou com uma alta dose de sorte, foi o Grêmio, de José Ribamar, que por pouco não perde para o Porto, de Dinoraldo Gonçalves, que desperdiçou duas cobranças de pênaltis. O time da Mangueira conseguiu o empate já no finalzinho da partida. Por sua vez, o Náutico, deste blogueiro, depois de um primeiro tempo simplesmente horrível, mostrou porque está em 1º lugar no ranking da APFM. Saindo atrás no placar, envolveu completamente o time do Fluminense, de Flávio Azevedo e com um toque de bola extraordinário soube virar o marcador a seu favor. A vitória de 2x1 mantém o Timbu ainda no bloco dos times que comporão a Série Ouro do 2º Turno. Quem vai mal das pernas é o Itacuruba, de Alexandre Freitas que, após as duas derrotas sofridas, ostenta a lanterna da competição. A liderança absoluta encontra-se com o Internacional, de Paulo Jiquiá, com um aproveitamento de 80,3%. Na vice liderança, com uma bela campanha, aparece o Hércules, de José Hércules Leite, até com certa surpresa.
Na rodada deste sábado, tivemos as ausências do Corinthians, de Adriano Oliveira, do Botafogo, de Marcos Silva, do Cruzeiro, de Marcos Cardoso e do Vila Belmiro, de Albertinho. O Coringão, infelizmente, foi eliminado do certame, após faltar a três rodadas consecutivas, ficando caracterizado o abandono do campeonato.

Os botões Arthur Vilanova, do Vila Belmiro e Bira, do Grêmio, cada um com 6 tentos, aparecem à frente da artilharia do campeonato. Já foram marcados 196 gols em 89 jogos realizados, dando uma média de 2,2 gols por partida.

Um registro especial vai para José Adolfo Vacemberg, o mais novo membro da APFM e que irá atuar, em princípio, na regra paulista. Para isso, já está preparando o time do Cruzeiro e promete realizar belas apresentações.
E assim se passou mais um sábado na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, berço da regra pernambucana, a rainha das regras. Viva o botão!


segunda-feira, setembro 21, 2009

INTERNACIONAL CONTINUA LIDER

Mesmo folgando na rodada, o Internacional, de Paulo Jiquiá, continua líder.

É isso aí, galera do futebol de botões, o “buttonball”! o campeonato oficial de 2009, na regra pernambucana, a rainha das regras, patrocinado pela Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, já atingiu a 10ª rodada do Turno de Classificação. Neste sábado, dia 19 de setembro, foram realizadas 10 partidas, supermovimentadas, porém, sem surpresas. O único fato que chamou a atenção dos botonistas foi a má performance do Náutico nos seus dois jogos da jornada, o que pode lhe custar caro na sua pretensa classificação para a Série Ouro. Pela 9 ª rodada, em jogo atrasado, no Hércules Stadium, o Timbu, de Abiud Gomes, foi derrotado pelo Botafogo, de Marcos Silva, por 2x1. O alvirrubro da Torre, jogando um primeiro tempo sufocante, caiu de produção na etapa complementar e viu a vaca ir para o brejo. Marcelo Passos fez os dois gols botafoguenses, enquanto que Alarcon, no último momento do jogo, marcou para o Náutico. O árbitro da partida, Adilson Ribeiro, destacou-se com ótima atuação. No outro confronto, dessa vez no Brasília Stadium, com arbitragem de Fernando Esperma, o Náutico sucumbiu perante o Coritiba, de Cláudio Sandes, em outro 2x1. Edu da Sena e Fuma Galho construíram a vitória coxa. Guiñazu fez o ponto de honra timbu.
Outro fato que marcou este sábado foi o retorno do Fluminense, de Flávio Azevedo, apresentando-se com a cabeça fresca e colhendo resultados significativos. Pela 9ª rodada, na Toca da Raposa, o Flu derrotou o São Paulo, de Max Monteiro, por 2x0, com gols de Fred e Thiago Neves. Hugo Alexandre atuou na arbitragem, com toda a segurança. Na sua outra partida, mesmo sem vencer, o Pó-de-Arroz não decepcionou, ficando no 0x0, frente ao poderoso Vila Belmiro, de Albertinho, um dos favoritos ao título do 1º turno.
Quem se complicou totalmente nesse 1º Turno foi o Chelsea, de Hugo Alexandre, que vem descendo ladeira abaixo. No Hércules Stadium, com arbitragem de Abiud Gomes, os “Blues” perderam de 3x1, para o São Paulo, de Max Monteiro. Gilvan, Cascata e Fábio Henrique, fizeram os gols do Tricolor do Samu. O tento de honra dos azuis do Aeroporto foi marcado por Lampard.
Por sua vez, o Hércules, de José Hércules, está com a corda toda. Venceu ao Cruzeiro, de Marcos Cardoso, por 1x0, com um golzinho de Allback, em partida realizada na Toca da Raposa, com mais uma boa arbitragem de Hugo Alexandre. Voltando a campo, no mesmo estádio, conseguiu um ótimo empate em 2x2, contra o emergente Flamengo, de Fernando Esperma. Alback e Larsson fizeram os gols do Alviazulino da Boa Viagem, enquanto que Baltazar marcou os dois gols rubronegros do Hospício. Arbitragem um tanto quanto contestada de Azevedo Neto.
O Cruzeiro, de Marcos Cardoso, foi outro que voltou a campo e se deu mal novamente, perdendo para o Milan, de Tuca Oliveira, por 1x0, com gol de Yuri. A partida foi disputada no Brasília Stadium e arbitrada por Paulo Jiquiá.
Ainda em jogo atrasado, pela 9ª rodada, o Vila Belmiro venceu, no Hércules Stadium, ao Coritiba, pelo escore mínimo. Carlito fez o gol salvador da Baleia Azul do Metrô que ainda tem esperanças de conquistar o título do 1º turno.
Fechando a jornada, no único clássico da rodada, o Santos, de Adilson Ribeiro, reabilitou-se do insucesso do último sábado e marcou um triunfo espetacular em cima do Botafogo, de Marcos Silva, impedindo-o de assumir a ponta da tabela de classificação. Com dois gols de Balbo, o Peixe voltou a sorrir. Pelo lado botafoguense marcou o artilheiro Del Piero. O árbitro FIFA, José de Ribamar, atuou com ótimo desempenho.
A liderança ainda permanece com o Internacional, de Paulo Jiquiá, que folgou na tabela e continua vendo seus perseguidores pelo retrovisor. O Colorado está com tudo e não está prosa!
Na Núcleo da Regra Paulista, o destaque ficou por conta da estréia de Hugo Alexandre, que se apresentou com sua Holanda. Abriu um 4x1 no Sport, de Alexandre Pentinho, mas acabou sendo derrotado por 5x4. Pelo menos mostrou que pode ir mais em frente, pois leva jeito na bola de feltro.
Sábado tem mais futebol de botões, o “buttonball” de Pernambuco. Viva o botão!

domingo, setembro 13, 2009

VOLTARAM AS EMOÇÕES

No clássico da rodada, O Grêmio, de José Ribamar, venceu com categoria o Vila Belmiro, de Albertinho e encostou no lider Internacional, de Paulo Jiquiá.
Espetacular, fantástico, simplesmente inacreditável. Expressar-se com palavras é muito pouco para dizer o que de fato aconteceu na rodada deste sábado na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa na disputa do Campeonato Oficial de 2009, na regra pernambucana, a rainha das regras.
Abrindo as cortinas do palco das emoções, no Brasília Stadium, em jogo atrasado, válido pela 6ª rodada, o Náutico, de Abiud Gomes, enfrentou o Itacuruba, de Alexandre de Freitas, vencendo-o por 1x0, com gol de Chucky González. José Ribamar atuou na arbitragem com um trabalho aceitável. Pela 7ª Rodada, o Botafogo, de Marcos Silva, encontrou muitas dificuldades para sobrepujar o Coritiba, de Cláudio Sandes, conseguindo uma vitória de 2x1, no Hércules Stadium, sob o apito de Max Monteiro. Diego e Rivera marcaram para os setubalenses, enquanto Zé Roberto fez para o Coxa do Inês Andreazza. Também pela 7ª Rodada, o Itacuruba voltou a campo, dessa vez no Hércules Stadium e perdeu novamente por 1x0. O algoz foi o Cruzeiro, de Marcos Cardoso, que construiu a vitória através do gol do central Beline, ainda no 1º tempo do jogo. Azevedo Neto atuou como árbitro e saiu-se a contento. Pela 8ª rodada foram realizados mais 4 jogos. No Timbuzão, aconteceu o clássico Grêmio X Vila Belmiro, com arbitragem de Marcos Cardoso. O Tricolor da Mangueira, palhetado por José Ribamar, conseguiu a virada de maneira espetacular através de Galeano, no último momento da partida. O Vila, de Albertinho, abriu o placar com Odílio, logo no comecinho da partida. Na 2ª etapa, deu-se a reação gremista, que chegou ao empate através de Ruy Ramos. A vitória de 2x1 aproximou mais ainda os mangueirenses na luta pela liderança do campeonato. Na Toca da Raposa, o Cruzeiro conseguiu sua 2ª vitória do dia, derrotando o Vitória de Guimarães, de Azevedo Neto, por 1x0, graças ao gol marcado por Coutinho, na 2ª etapa da partida. Albertinho atuou na arbitragem com a tranqüilidade de sempre. Ainda na Toca da Raposa, o Santos, de Adilson Ribeiro, deu início a sua “Via Crucis”. Perdeu para o Coritiba, por 2x1, de virada. Balbo abriu a contagem para o Peixe, mas o Coritiba soube buscar a vitória através de Botinha e Sérgio Lopes. Marcos Silva dirigiu o encontro com toda a segurança. Fechando a 8ª rodada, O Porto, de Dinoraldo Gonçalves, derrotou o Flamengo, de Fernando “Esperma” de Brito, por 2x0. Remo e Guego marcaram os tentos do tricolor de Maranguape. Albertinho mais uma vez atuou na arbitragem de maneira impecável. Pela 9ª rodada, o Itacuruba conseguiu sua primeira vitória na competição. O enjoado Vitória de Guimarães, de Azevedo Neto, que vinha de resultados surpreendentes, não conseguiu furar o bloqueio armado pelo Gordinho da Paulista. Custódio foi o grande herói da partida, marcando o único gol do jogo. Atuou na arbitragem, com um trabalho correto, Hugo Alexandre. No Hércules Stadium ainda pela 9ª rodada, o Flamengo derrotou o decepcionante Chelsea, de Hugo Alexandre, por 3x0, com gols de Chaves, Edu e Bizarro. Tuca Oliveira conduziu a partida com serenidade. No encerramento da jornada, o Internacional, de Paulo Jiquiá, manteve a liderança do campeonato, triturando o Santos, de Adilson Ribeiro, aplicando-lhe uma sonora goleada de 5x0. É um fato inacreditável, até surpreendente em se tratando do Peixe, pois os alvinegros da Estância em toda a sua história, jamais tinham sofrido mais de quatro gols numa partida. Ninguém sabe explicar a razão de tamanho insucesso. Parece que a balança de precisão, utilizada umas semanas atrás, para dar mais equilíbrio ao time, não era tão eficiente assim. Mas o Colorado não tem nada com isso. Claiton, por duas vezes, Alexandre, Junior Baiano e Daniel Carvalho, com um gol cada, vão ficar para sempre na história do Saci. Hugo Alexandre foi o árbitro desse histórico encontro, realizado no estádio Timbuzão.
Nesse 1º turno, já foram realizados 71 jogos, com 158 gols marcados, dando uma média de 2,22 gols por partida. O artilheiro do campeonato continua sendo Arthur Vilanova, do Vila Belmiro com 6 gols.
Foram aplicados WxO em quatro jogos, tendo em vista o não comparecimento do Corinthians, de Adriano Oliveira e do Fluminense, de Flávio Azevedo. Com isso foram beneficiadas as equipes do Náutico, do Porto, do Hércules e do Milan, consideradas vencedores dos confrontos, atribuindo-se o escore de 1x0 para cada WxO aplicado.
No núcleo da regra paulista, partidas amistosas foram realizadas, ainda no clima de euforia, devido à boa atuação dos botonistas Alexandre Pentinho, Nando dos Santos e Marcellus Queiroz, no III Nordestão, realizado sábado, aqui no Recife, na sede da AABB.
Também foi extraordinário ver o Itacuruba, de Alexandre Freitas, de volta aos campos da APFM, para alegria geral dos botonistas.
E assim se passou mais um sábado alegre e divertido nesse mundo maravilhoso do futebol de botões, o “buttonball”. Que venha logo o próximo sábado para vivenciarmos mais prazeres e emoções. Viva o botão!

terça-feira, setembro 08, 2009

SANTA IGNORÂNCIA

O verdadeiro futebol de mesa visto através da Regra Pernambucana, a raínha das regras


Mais uma vez sou surpreendido com comentários não muito amistosos quando se faz referência à regra pernambucana que eu teimo em dizer que é, sem sombra de dúvidas, a rainha das regras do "buttonball", o famoso futebol de botões.
No programa do último sábado, dia 5 de setembro, do Futebol de Mesa News na TV, o convidado do programa Paulo Perroti quis ser engraçado quando o apresentador Duda estava lendo um texto da Associação Pernambucana de Futebol de Mesa. Dizia ele: "Se a regra pernambucana é a rainha das regras, quem é o rei?".
Ficou patente, naquele momento, que o botonista (se é que é mesmo botonista) desconhece a riqueza da lingua portuguesa. Seria bom que dissessem a ele o que é uma figura de metáfora. Aí, sim, ele estaria em condições de entender o porque da citação rainha das regras.
Apesar de pouco divulgada, a regra pernambucana é uma das mais antigas regras do celotex, nome pelo qual é conhecido no norte e nordeste o futebol de botões.
Venho sempre afirmando que a regra pernambucana é a única que traz para a mesa todas as emoções vividas numa partida de futebol. É aí que ela difere das demais regras, superando-as em todos os aspectos. É a regra soberana por excelência.
Parece que o Paulo Perroti utiliza-se da regra paulista - 12 toques para praticar o futebol de mesa. Se assim for, resta-me apenas dizer que ele ainda não sabe o que é, na realidade, jogar o verdadeiro futebol de botões, o "buttonball". O mesmo, ainda, se encontra na fase da 1ª Infância do futebol de mesa.
Não vou querer polêmica, porém, peço que ele, antes de qualquer comentário, veja se reúne as mínimas condições de se inserir na regra pernambucana, para poder assim entender o porquê da sua soberania.
Felizmente, só convivo com pessoas sérias e honestas. O resto é balela. Viva o botão!

UM SÁBADO SEM MUITO BRILHO

Adilson (Santos), Cláudio (Ajax) e Albertinho (Vila Belmiro), três forças da APFM.

Um feriadão sempre atrapalha, daí que o campeonato oficial de 2009 da Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, na regra pernambucana, a rainha das regras, prosseguiu com a realização de três partidas. Corinthians, Cruzeiro, Coritiba, Fluminense e Porto, simplesmente não comparecerem para cumprir seus jogos programados, válidos pela 8ª rodada. Somando-se a esses, o Internacional e o Itacuruba também não puderam comparecer, pois seus diretores-técnicos se encontram no estaleiro, recuperando-se dos acidentes que sofreram no meio da semana. Abrindo a jornada, em jogo atrasado da 7ª rodada, no Hércules Stadium, o empate em 0x0 entre Vila Belmiro, de Albertinho e o São Paulo, de Max Monteiro, deu uma demonstração de como seria modorrento o fim de semana. Uma partida chocha, sem nenhum brilho, salvando-se apenas a arbitragem segura de Adilson Ribeiro. Em seguida, o Milan, de Tuca Oliveira, derrotou o Chelsea, de Hugo Alexandre, por 2x0, com Matheus e Yago marcando os gols dos milaneses. Marcos Silva foi o árbitro, com uma segura atuação. Fechando a jornada, o São Paulo voltou a campo e proporcionou mais um jogo feio, sem emoção, enfrentando dessa vez o Santos, de Adilson Ribeiro. Mais uma partida onde os contendores não puderam vibrar com o grito de gol, tal a ineficiência dos ataques das duas equipes.
No próximo sábado o campeonato terá seqüência, com a participação de todas as equipes inscritas, para que não corram nenhum risco de perder seus jogos por WxO, conforme reza o regulamento do campeonato. A coisa, então, vai esquentar!
A liderança continua com o Internacional, de Paulo Jiquiá, seguido, agora, do São Paulo, de Max Monteiro. Vila Belmiro, de Albertinho e Grêmio, de José Ribamar, vêm na seqüência.
No núcleo da Regra Paulista, o espaço ficou deserto, pois a equipe da APFM, composta de Alexandre “Pentinho” Raposo, Nando dos Santos e Marcellus Queiroz, estavam na AABB do Recife, disputando o III Nordestão de Futebol de Mesa – 12 toques.

segunda-feira, agosto 31, 2009

UM DIA NEBULOSO

O Náutico, de Abiud Gomes, sendo preparado para enfrentar o Flamengo, de Fernando Brito.
Na realidade, o sábado, dia 29 de agosto, não foi um daqueles maravilhosos sábados, vividos pelos botonistas da APFM, berço da regra pernambucana, a rainha das regras. Durante a semana foram acontecendo fatos que causaram muita apreensão aos amantes do futebol de mesa. Começou com Paulo Jiquiá, que ao tentar livrar sua moto de um automóvel que vinha na contramão, terminou batendo levemente na traseira de um outro veículo, porém, causando um corte na mão esquerda, sua mão do botão, já que o mesmo é canhoto. Com isso, Jiquiá, com seu Internacional, deverá ficar no estaleiro durante alguns dias. Já na 5ª feira, somos surpreendidos com o acidente de trânsito que envolveu nosso querido amigão Alexandre de Freitas, o Gordinho da Paulista, levando-o à UTI da Emergência do Hospital Português. Foi um corre-corre danado, mas graças a Deus, foi só um grande susto e o Alexandre já está em franca recuperação e breve voltará com seu Itacuruba às nossas mesas.
Apesar de todos esses amargos fatos, a APFM, como sempre faz todos os sábados, deu seqüência ao campeonato oficial de 2009, na regra das regras,quando foram realizadas apenas três partidas. Duas delas envolvendo o Fluminense, de Flávio Azevedo. É bom frisar que o Fluminense faltou no sábado passado, dia 22, quando deveria enfrentar o Milan, de Tuca Oliveira. Antes, no sábado, dia 15, o Flu apareceu na APFM e jogou contra o Coritiba, mas na hora que ia enfrentar os milaneses teve que se ausentar do recinto. O regulamento do campeonato prevê a perda de pontos, aplicando-se o WxO, a quem deixa de realizar jogos por duas rodadas consecutivas. Em vista disso, o Milan foi declarado vencedor, atribuindo-se o escore de 1x0. Foi o bastante para o Fluminense se abalar e partir para esses dois confrontos totalmente desinteressado, resultando em duas derrotas. É lamentável que isso ainda ocorra no futebol de mesa, notadamente quando se sabe que não faltariam oportunidades para que a partida fosse realizada. Mas, a comissão do campeonato é boçal e soberana e vale o que está escrito e acordado. É uma pena! Fechando a jornada, o Náutico, desse blogueiro, usou da experiência e derrotou o Flamengo, de Fernando Brito, por 1x0, subindo 5 posições na tábua de classificação.
Como depois da tempestade vem a bonança, a APFM viu com entusiasmo o retorno de José Hércules, após um recesso de mais de vinte dias. O herói de Saint Moritz da Boa Viagem veio com uma fome de botão daquelas.
No núcleo da Regra Paulista foi bom ver o empenho de Alexandre Pentinho, de Nando dos Santos e de Marcellus Queiroz, nos treinamentos com vistas ao Nordestão que será realizado na AABB do Recife, no próximo fim de semana.
A grande novidade ficou por conta da apresentação do cinto de utilidades para o futebol de mesa, adquirido em São Paulo e que é de uma praticidade incrível. Alegria, alegria! Viva o botão!

segunda-feira, agosto 24, 2009

QUE BOLA DA PORRA!

O clássico Botafogo x Grêmio, arbitrado por Adilson Ribeiro.
Desculpem a expressão título da matéria, mas tinha que ser mesmo essa. O campeonato oficial de 2009, na regra pernambucana, a rainha das regras, teve seqüência neste sábado, dia 22 de agosto, com 8 jogos disputadíssimos e empolgantes. O mais surpreendente resultado ficou por conta da perda da invencibilidade do Internacional, de Paulo Jiquiá, o único que ainda desconhecia a palavra derrota. Mais uma vez, o enjoado time do Vitória de Guimarães, de Azevedo Neto, causou mais um estrago e pos assim mais lenha na fogueira do campeonato. Com a derrota, o Colorado da Mangueira viu seus principais adversários chegar nos calcanhares, aumentando em muito a adrenalina da competição. Vila Belmiro, São Paulo, Grêmio e Botafogo estão aí numa perseguição tenaz ao lider e qualquer bobeada do Inter é simplesmente caixão e vela preta. Como havia alertado em matéria anterior, o que poderia prejudicar o Internacional era o seu retrospecto, mostrando sempre que o Saci Pererê não consegue segurar a ponta da tabela por duas ou mais rodadas. O que o Internacional sabe fazer e muito bem é ficar coladinho, esperando dar o bote final. Aí, sim, ele é bamba!
Mas, o que eu queria mesmo era falar do clássico Botafogo x Grêmio, que terminou empatado em 1x1, resultado esse que já era esperado por todos os que fazem a Associação Pernambucana de Futebol de Mesa. A arbitragem da partida coube ao árbitro nº 1 da APFM, Adilson Ribeiro, que mais uma vez teve uma atuação digna de registro. A regra pernambucana é clara demais. O chute a gol só é considerado válido quando o executante der o aviso de que vai chutar. Normalmente, ele utiliza-se de expressões, tais como: coloque-se; tá; teje; a gol; pegue; lá e muitas outras, ditas claramente e que não deixe dúvida de sua intenção. O adversário então posiciona o goleiro e responde: pronto; pode mandar; chute e por aí vai. Aí, sim, se a bola entrar no gol, este será válido e anotado na súmula pelo árbitro. Como o futebol de botões, na regra pernambucana, é altamente técnico, muitas vezes o botonista se empolga com a jogada que executa e se coincidir que a bolinha de borracha fique em posição, prontinha para ser arremessada a gol, aí o jogador extravasa sua empolgação e esquece de cumprir o ritual previsto na regra. Toma a posição para o arremesso mas não dá o aviso do chute. A bola entra e antes que comece a vibrar com o gol, o árbitro faz a intervenção e assinala o tiro livre indireto na área de tiro de meta, acabando com a festa. Foi o que ocorreu com o Botafogo, de Marcos Silva. O jogo estava empatado em 0x0 e o time do Setúbal fez uma jogada espetacular, a ponto de gritar entusiasmado: que bola da porra!. Chutou a gol, a bola entrou na barra do Grêmio, de José Ribamar, mas o árbitro Adilson, tranquilamente, para desespero alvinegro, anulou o gol, dizendo simplesmente: não valeu! não mandou colocar, então, é tiro livre indireto. O Botafogo chiou, chiou, mas a decisão sábia do árbitro foi mantida. Afinal a regra é clara. Viva o botão!

terça-feira, agosto 18, 2009

INTERNACIONAL É LIDER

Paulo Jiquiá (Internacional) e Max Monteiro (São Paulo), duas forças do futebol de botões da APFM.
E o campeonato oficial de 2009, na regra pernambucana, a rainha das regras, continua a todo vapor na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa. Após a rodada do sábado, dia 15 de agosto, o Internacional, de Paulo Jiquiá, pulou na frente da classificação, fruto de duas vitórias espetaculares. Com isso, atingiu 17,5 pontos, obtidos em 7 partidas, assumindo a liderança do 1º Turno. A competição conta com 18 equipes participantes e nessa primeira etapa todos se enfrentam em confronto direto, visando a classificação para o 2º Turno, onde as equipes serão divididas em duas séries (Ouro e Prata). Na hipótese do campeonato terminar hoje, estariam classificados para a série ouro, as seguintes equipes: Internacional, Hércules, São Paulo, Vila Belmiro, Grêmio, Botafogo, Porto e Corinthians. A última vaga da série Ouro seria conhecida através de sorteio, pois as equipes do Flamengo e do Santos estão rigorosamente empatadas na classificação geral em todos os critérios. Em conseqüência, estariam fazendo parte da série prata os times do Chelsea, Fluminense, Náutico, Milan, Cruzeiro, Vitória de Guimarães, Coritiba e Itacuruba.
Mas ainda é muito cedo para se soltar foguetes, pois muito água ainda vai rolar por debaixo da ponte. Apenas foram cumpridas 5 rodadas, restando ainda nada menos do que 14 rodadas para o encerramento do Turno de Classificação.
Até o momento, Náutico e Cruzeiro são as únicas equipes que ainda não estão engrenadas, apresentando um rendimento muito aquém do esperado, porém, devem melhorar nas rodadas subsequentes e assim conseguirem a classificação para a Série Ouro.
Pela experiência acumulada durante todos esses anos de futebol de botões, posso vaticinar que as equipes favoritas para a conquista do primeiro turno são Vila Belmiro e Botafogo. O Grêmio pode também complicar. O Internacional não pode também ser desprezado, mas o retrospecto lhe é desfavorável.
Das equipes que estão no pelotão de cima, creio que Flamengo, Corinthians e São Paulo, que tiveram um bom começo, deverão paulatinamente cair e no final irão figurar na Série Prata.
É assim que vejo o campeonato oficial de 2009, na regra pernambucana, a rainha das regras, onde os jogos estão cada vez mais espetaculares. Até a próxima semana, com mais novidades. Viva o botão!

domingo, agosto 09, 2009

UM SÁBADO ALEGRE DEMAIS

Ilustres visitantes da APFM, Felipe e Armando, ladeando Alexandre "Pentinho".
E a Associação Pernambucana de Futebol de Mesa voltou a realizar jogos movimentadíssimos neste sábado dia 8 de agosto de 2009, véspera do "Dia dos Pais", válidos pelo Campeonato Oficial de 2009, na Regra Pernambucana, a Rainha das Regras. O Internacional, de Paulo Jiquiá, conquistou duas importantes vitórias e aproxima-se assim do líder da competição, o Hércules, de José Hércules. Também saiu no lucro com uma vitória significativa, o Vitória de Guimarães, de Azevedo Neto, que quebrou a invencibilidade do São Paulo, de Max Monteiro, que vinha de um grande resultado frente ao todo poderoso Grêmio, de José Ribamar. O Santos, de Adilson Ribeiro, também colheu um expressivo triunfo, derrotando o até então invicto Vila Belmiro, de Albertinho. Parece que deu certo o balanceamento feito na equipe, se bem que pode-se considerar como tropeço o empate do Peixe frente ao Milan, de Tuca Oliveira. Quem foi mal das pernas foi o Náutico, deste blogueiro, que perdeu para o Cruzeiro, de Marcos Cardoso e empatou em 0x0 com o Chelsea, de Hugo Alexandre, caindo na tabela de classificação. Outro resultado surpresa foi o empate também em 0x0 entre o campeão de 2008, o Fogão, de Marcos Silva e o Flamengo, do Fernando "Esperma". Foi um "zebraço". O campeonato vai de vento em popa e a 5ª Rodada, prevista para sábado, dia 15 de agosto, promete novas e grandes emoções.

No Núcleo da Regra Paulista, os jogos amistosos estão cada vez mais bem disputados e aumenta o número de praticantes da modalidade 12 toques.

A Associação Pernambucana de Futebol de Mesa está cada vez mais sendo visitada por amantes do futebol de botões. Neste sábado, registramos a presença de Armando Pordeus, excelente botonista da Regra Carioca (3 toques/bola de feltro) e que estava longe das mesas há um bocado de tempo, mas que pelo entusiamo demonstrado, tudo leva a crer que vai se engajar na APFM, onde certamente será bem-vindo. A nossa entidade bem que precisa de seus valiosos préstimos. Venha logo!

Também cabe registro a visita que foi feita à APFM do botonista potiguar Felipe, que acompanhado da esposa, demonstrou encantamento com tudo o que presenciou no mundo maravilhoso do botão, chegando a ensaiar algumas palhetadas com a turma da Regra Paulista. Acreditamos que vai levar para o Rio Grande do Norte uma boa imagem do futebol de botões de Pernambuco. Ficamos gratos e torcendo para que volte mais vezes. Viva o botão!

terça-feira, agosto 04, 2009

A HORA DA BALANÇA


Albertinho, visto ao lado do "chelseano" Hugo, revolucionou a APFM.
O futebol de botões tem histórias engraçadas. Dizem que todo botonista de verdade é um maluco em potencial. Aqui, na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, não podia ser diferente. O fato novo que está revolucionando o mundo maravilhoso do botão é a balança de precisão. 
Tudo começou com Carlos Alberto dos Santos, o famoso Albertinho ou simplesmente Beto Sacolinha. Amicíssimo de um delegado da Polícia Civil de Pernambuco, Beto apareceu na APFM, trazendo uma balança de alta precisão. 
De imediato, cresceu a curiosidade dos botonistas presentes e, então, o nosso Sacolinha fez ver a todos o relacionamento do precioso objeto com o futebol de botões. É a tecnologia a serviço do futebol de mesa. 
Hoje, o Vila Belmiro, time de Albertinho, tem todos seus botões com o mesmo peso. Com isso ele afirma que o sucesso da Baleia Azul nas competições vem ocorrendo devido aos botões serem rigorosamente iguais, daí as boas performances. 
Partindo dessa premissa, os demais botonistas da Associação provocaram um grande alvoroço, todos querendo logo pesar os botões de seus times. Quem demonstrou mais entusiasmo com o fato foi Adilson Ribeiro, Presidente da APFM, que foi rapidinho fazer uma avaliação com todo o elenco de botões do seu time do Santos. 
Era pesando e anotando. Após a pesagem, o Peixe da Estância verificou que teria que fazer uma grande reformulação. 
Com isso, passou a semana inteira preparando o time para os próximos compromissos. Acredita que, só assim conseguirá marcar pelo menos um golzinho no atual campeonato que disputa. Até agora, em três jogos realizados, o Santos não conseguiu ainda extravasar o seu grito de gol. E tome lixa nos botões. 
Vamos ver se na realidade há algo de concreto no que está sendo mostrado. Caso haja fundamento, voltaremos ao assunto, numa próxima oportunidade. Aguardem!

terça-feira, julho 28, 2009

FUTEBOL DE BOTÕES

A verdadeira representação do futebol trazida para as mesas
Ontem, dia 27 de julho de 2009, ao assistir, através do site futeboldemesanews, o programa Futebol de Mesa News na TV, causou-me estranheza a declaração dessa fabulosa figura do mundo do botão, King Farah, presidente da Federação Paulista de Futebol de Mesa.
Eu sempre vi o futebol de botões como uma representação do futebol association, desde o seu nascedouro. O jogo de botões surgiu única e exclusivamente por causa do futebol. Quem o criou deveria ter uma estátua erigida em todos os recantos do país, se é que a origem é brasileira, o que tudo faz crer.
Momento mágico vivido na regra pernambucana
Quando colocamos nossos times em campo temos a sensação de que estamos vivendo um momento mágico. No nosso imaginário, somos técnico, jogador, torcida, imprensa, enfim, tudo que se possa ter relacionamento com um verdadeiro jogo de futebol.
Damos nomes ao nossos times, aos nossos botões, associando-os aos craques que aprendemos a admirar nos gramados, presentes ou através das imagens televisivas. É o puro mundo da fantasia.
Quando armamos as jogadas, quando consignamos um gol, algo maravilhoso acontece dentro de nós, é uma emoção extraordinária, não existindo palavras que possam descrever todo esse sentimento. É simplesmente fabuloso. Esse foi, é e será sempre o meu mundo dentro do jogo de botões.
Querer, hoje, dissociar o futebol de mesa, não vinculando-o ao futebol que lhe deu origem, é querer acabar com toda essa carga mágica que cada um de nós carrega quando nos transformamos em botonistas.
Talvez, devido às profundas mudanças acontecidas nesses anos todos, principalmente no que tange ao formato dos botões, às mudanças de "bolas" e, mais ainda, a interesses outros, aqueles que se iniciam na prática do futebol de botões, com tudo que foi mexido, não vejam mais nenhuma associação com o ponto de origem.
Isso posto, creio que agora as posições estão mais definidas.
Botões da regra pernambucana na APFM
O futebol de botões, o famoso jogo de botão, apenas existe, hoje, aqui em Pernambuco, na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, seguindo a regra pernambucana.
É chegada a hora da verdade. Aqueles que se dizem jogadores de botão nas regras paulista, baiana, dadinho, etc e etc, dêem um nome mais coerente com o que na realidade praticam. Seria mais justo e mais honesto. Assim, de uma vez por todas, acabariam as diferenças e todos viveriam felizes para sempre.
Portanto, não vendam imagem falsa daquilo que vocês não fazem. Entre nós, verdadeiros futebolistas de mesa, e todos os outros, com seus vários tipos de jogos espalhados por aí, há uma enorme distância.
Viva o mundo maravilhoso do jogo de botão!

quarta-feira, julho 22, 2009

JOGO DE BOTÃO, UMA DIVERSÃO SADIA

Momento de plena felicidade na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa
Meus caros e diletos amigos do futebol de botões. O motivo dessa crônica é esclarecer alguns fatos que infelizmente surgem no mundo mágico do futebol de botões.
A Associação Pernambucana de Futebol de Mesa é uma entidade sem fins lucrativos, daí não querer ter nenhum vínculo com entidades ditas "profissionais" do futebol de mesa.
Aqui procura-se jogar apenas por diversão, porém, como acontece em toda disputa, haverá sempre espírito competitivo, mas, aqui, ocorre que, no final de cada jogo, impera o espírito desportivo, calcado na educação que cada um teve ao longo da vida.
Como não tivemos educação uniforme, existirão sempre bons e maus perdedores. O correto seria sabermos separar o joio do trigo, isto é, ficarmos restritos a pequenos grupos de amigos, pois, assim, não teríamos dissabores.
Era assim que acontecia nos tempos dos terraços, quintais e garagens.
No entanto, fomos ambiciosos demais, querendo levar o jogo de botão, na regra pernambucana, para um espaço maior, a fim de conquistar mais adeptos.
Primeiro, surgiu o Santa Cruz Futebol Clube no nosso caminho (anos 2000, 2001, 2002 e metade de 2003).
Parecia que nossos objetivos seriam alcançados, mas não estávamos preparados para a realidade da vida. A situação teria que ser outra, com o convívio com pessoas novas, diferentes daquelas do nosso dia-a-dia. Surgem, então, os problemas administrativos.
Os pensamentos em alguns eram conflitantes com aquilo que almejávamos. Mas isso sempre foi da natureza humana, porém, achamos estranho esse tipo de comportamento, por não estarmos habituados a esse convívio.
Daqueles que adentraram ao nosso recinto no Arruda, quando fomos obrigados a desocupar o espaço, poucos foram os que nos acompanharam na empreitada. Ficamos apenas, com raras exceções, com aqueles que já atuavam conosco nos quintais, terraços e garagens.
Conseguimos, graças a abnegação do grande amante do botão, José Hércules, um espaço central, onde estamos desde o tempo da "expulsão" do Arruda.
São cinco anos vividos sem interferências externas. Começou-se então uma nova era. Podíamos jogar botão até a canela doer, sem atropelos.
Podíamos, finalmente, ostentar a camisa do clube predileto, extravasarmos nas comemorações sem reprimendas.
Mas, surgem os primeiros dissabores. No nosso meio, existem pessoas que vêem o jogo de botão com outros olhos e, aí, tudo vai se complicando. Aquilo que poderia ser uma pura e simples diversão, passa a ser motivo de aborrecimento.
Ainda bem que acordamos para a realidade e, hoje, conseguimos finalmente saber qual é o nosso único e grande objetivo: o gosto de jogar botão com os verdadeiros amigos.
Não mais desejamos que pessoas sem um perfil definido venham tumultuar o ambiente de sã camaradagem. Jogamos por jogar até onde tivermos força. Quem quiser nos acompanhar, ótimo! Quem quiser vir para somar, excelente! Quem não quiser, boa sorte!
Uma coisa é certa, sem dúvida alguma: continuaremos firmes, fortes e felizes. Viva o botão!

domingo, julho 19, 2009

EMPOLGANTE ABERTURA

Flamengo vence ao Vitória de Guimarães na abertura do campeonato 2009.
E o campeonato oficial de 2009, promovido pela Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, na regra pernambucana, a rainha das regras, começou neste sábado, dia 18 de julho, de maneira empolgante. Dezessete equipes estão participando dessa maratona de jogos, disputados em dois turnos, por pontos corridos. O Náutico, deste blogueiro, saiu na frente e ocupa a primeira posição na tabela de classificação, com 4 pontos conquistados. Nos jogos da primeira rodada, saíram vencedoras as equipes do Botafogo, de Marcos Silva, campeão de 2008, Chelsea, de Hugo Alexandre, Flamengo, de Fernando Brito, Porto, de Dinoraldo Gonçalves. Estrearam com derrota, os times do Hércules, de José Hércules, do Cruzeiro, de Marcos Cardoso, do Vitória de Guimarães, de Azevedo Neto e do Coritiba, de Cláudio Sandes. Nessa primeira rodada aconteceram dois empates nos seguintes jogos: Náutico x Santos, que ficou no 0x0 e no Grenal, com um espetacular 4x4, num jogo de arrepiar. Em jogos antecipados, válidos pela 2ª rodada, o Timbu venceu ao Hércules, aplicando-lhe 3x2, mesmo escore sofrido pelo Coritiba ante o São Paulo, de Max Monteiro. No ultimo confronto do dia, o Hércules, de José Hércules, em partida antecipada da 3ª rodada, derrotou o Vitória de Guimarães pelo placar de 2x0, jogando os vimarenses para a lanterna da competição. Num total de 9 jogos, foram marcados 29 gols, dando uma média de 3,22 gols por partida. Ainda não estrearam no certame as equipes do Corinthians, de Adriano Oliveira, do Fluminense, de Flávio Azevedo, do Milan, de Tuca Oliveira e do Vila Belmiro, de Albertinho, o Beto Sacolinha. O campeonato segue no próximo sábado com os jogos complementares da 2ª rodada. As partidas disputadas na regra pernambucana têm a duração de 30 minutos, divididos em dois tempos de 15 minutos. Todos os jogos são arbitrados, com súmulas devidamente preenchidas a exemplo do que ocorre com o futebol. É por essa e outras coisas que é dito que a regra pernambucana é a representação na mesa do que é na realidade uma partida de futebol. É ver para crer. Viva o botão!

quinta-feira, julho 16, 2009

VEM AÍ MAIS UMA GUERRA

A APFM já está pronta para o campeonato oficial de 2009.
Começa neste sábado, dia 18 de julho, mais uma verdadeira guerra no mundo maravilhoso do futebol de botões. O campeonato oficial de 2009, na regra pernambucana, patrocinado pela Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, promete ser sensacional, sob todos os aspectos. A preparação das dezoito equipes inscritas foi algo espetacular. Com isso as partidas, tudo indica, serão disputadas num clima acirrado, mas com alto espírito desportivo. O regulamento já está aprovado e os jogos da primeira rodada serão conhecidos através de sorteio que acontece quinze minutos antes do início da partida de abertura. Quatro campos (Brasília Stadium, Hércules Stadium, Toca da Raposa e Timbuzão) estão disponibilizados para receberem os jogos. Numa análise superficial, tomando por base o que foi visto durante o período de preparação, as equipes do Botafogo (campeão de 2008), Vila Belmiro, Grêmio, Internacional, Náutico, Cruzeiro e Santos surgem como fortes candidatas ao título do Turno de Classificação, primeira etapa do campeonato. Porém, é bom ficar de olho no que podem aprontar as equipes do Porto e do Chelsea que vêm conquistando resultados espetaculares em seus jogos amistosos. São Paulo, Milan, Flamengo, Fluminense, Corinthians, Hércules, Coritiba, Ypiranga e Vitória de Guimarães vão dar muita dor de cabeça aos chamados favoritos e certamente zebrarão muitas vezes. Portanto, a luta pela Série Ouro vai ser de arrepiar! Há quem diga que algumas equipes que brigam para chegar ao topo, quando sofrem os primeiros tropeços, preferem cair para a Série Prata, pois as chances de conquistarem troféus e medalhas é sempre maior. "É melhor levantar um caneco ou ostentar uma medalha, mesmo sendo de prata, do que ficar apenas batendo palmas, vendo o reflexo do ouro nas mãos dos outros". A hora chegou, vamos à luta! Viva o botão!

terça-feira, julho 14, 2009

APFM - ESPAÇO DEMOCRÁTICO

A regra paulista (12 toques) em plena movimentação na APFM
A Associação Pernambucana de Futebol de Mesa consegue, finalmente, fazer o que muitas outras associações, clubes, grêmios, não tiveram a vontade ou a coragem de fazer: tornar seu espaço o mais democrático de todos. Hoje, aqui, na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa joga-se botão não só na regra pernambucana, a rainha das regras, mas também se pratica o futebol de mesa na regra paulista - 12 toques. Há ainda resistências, porém, elas vão se dissipando na medida que o tempo passa e aqueles que comparecem à APFM ficam por dentro da realidade. Infelizmente, alguns invejosos, cheios de picuínhas, tentaram passar uma imagem negativa com relação aos que dirigem a nossa instituição. Ficavam incutindo na cabeça daqueles que pretendiam nos honrar com suas presenças, que o nosso ambiente era conturbado, cheio de fofocas, com dirigentes mas parecendo ditadores, autoritários, e iam assim desfiando um rosário de ofensas. Chegaram a propagar que o espaço fecharia rapidamente, pois, não teriam botonistas em quantidade suficiente para levar a empreitada adiante. Está mais do que provado que o botão pode sobreviver em qualquer lugar e ser jogado com sucesso nas mais várias regras. Foi com esse pensamento que verdadeiros amantes do botão fundaram a Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, com Estatutos, Regimento Interno, Normas de Conduta, para que realmente a entidade crescesse no cenário do futebol de botões nacional. Desde o dia 18 de outubro de 2003 estamos ocupando o excelente espaço no Edifício Brasília, no centro comercial do Recife, com todo o sucesso possível. Lógico que começamos com a regra que gostávamos mais de praticar, a mais coerente das regras em relação ao futebol devidamente representado na mesa. Mas estivemos sempre abertos para que o espaço também fosse ocupado por praticantes das mais diferentes regras. Daí, surgiu o interesse de grupos praticantes da regra paulista (12 toques) que, agora, tem um ponto fixo, todos os sábados, para se exercitarem. Antes, pelo que se sabe, esses botonistas se limitavam a comparecerem aos torneios marcados pela Federação Pernambucana de Futebol de Mesa, porém, não podiam ter uma melhor preparação, pois contavam apenas com os espaços preparados apenas para aqueles dias de competição. Hoje, eles podem se preparar à vontade e com isso obter excelentes rendimentos nos vários torneios realizados. Também, foi observado que os jogos de botão, nas mais variadas regras, podem ser disputados dentro de um mesmo ambiente, sem nenhum problema. É até salutar esse convívio, pois acabam de uma vez por todas com os ranços e as desconfianças. A prova maior ficou por conta da realização da 2ª etapa do campeonato pernambucano, na categora master, na regra paulista - 12 toques, no mesmo instante que botonistas da regra pernambucana ocupavam seus campos próprios, sem nenhuma interferência, não causando nenhum prejuízo para os que disputavam a competição da FPFM. É isso, gente! Está na hora da união! Viva a democracia! Viva o botão!

sexta-feira, julho 10, 2009

A RAINHA DAS REGRAS


Toda a magia da regra pernambucana, a rainha das regras
Todos sabem o quanto sou apaixonado pelo futebol de botões. Essa paixão vem desde os meus sete anos, quando formei meu primeiro time, o América, com botões de capa. O goleiro de caixa de fósforos era o Amauri. A zaga era formada por Deusdedith e Biu; a linha média, terrivel: Julinho, Capuco e Astrogildo. O ataque famoso: Zezinho, Valdeque, Buarque, Valeriano e Dija. O centro avante Buarque era pequenininho, de quenga de coco.
A partir daí, não parei mais, até chegar aos dias de hoje, aos sessenta e nove anos bem vividos.
No início, a regra era a famosa leva-leva, com bola de cortiça.
O tempo ia passando e as transformações foram acontecendo.
As bolas, sempre esféricas, iam das contas de colar de madrepérola às de farinha.
No final dos anos 50, já residindo na Estância, travei meu primeiro contato com a bola de borracha. A dificuldade era enorme, mas fui me aperfeiçoando e consegui dominá-la, de vez.
Então, quando voltava a jogar com as bolas antigas, não tinha mais nenhuma graça, pois ficava uma baba. Infelizmente, como acontece ainda hoje, é dificil confeccionar bolinhas de borracha. É preciso muita habilidade.
Outra dificuldade encontrada quando se jogava com bola esférica, notadamente com bola de borracha, era deixar o campo totalmente nivelado, sem descaídas. Era o maior problema. Talvez, isso, tenha sido a principal causa para a mudança das bolas.
Aí apareceram as "bolas" pastilhas.
Sempre me recusei em utilizá-las, pois se o futebol de mesa era e é a representação do futebol, como admitir que a bola não fosse esférica?
A bolinha de feltro é perfeitamente admissível, apesar de tornar o jogo fácil demais, principalmente na regra paulista, com a monstruosidade de tamanho das metas. Os escores de 9x9 deixam o jogo desinteressante, com a banalização do gol.
Portanto, me perdoem aqueles que se julgam botonistas e praticam o "futebol de mesa" com as pastilhas ou discos. Que esse jogo tenha seu nome mudado para "hóquei de mesa". Seria mais coerente.
Da mesma forma, enquadra-se o futebol de mesa na regra dadinho. É simplesmente constrangedor. Como diversão, ótimo! Como passatempo, melhor ainda! Mas, como jogo de botão, vai uma distância enorme.
É triste, ver pessoas com grande potencial para a prática do verdadeiro futebol de botões, enveredarem por esse caminho, sem nenhuma ambição.
É o mesmo que um funcionário que não pensa ou mesmo deseja ascender a um posto imediato dentro da hierarquia no trabalho.
Portanto, o futebol de botões onde me acostumei a praticá-lo com todo amor, hoje, com as modificações normais que teriam que acontecer no decorrer dos anos, aperfeiçoando-se cada vez mais para melhor, faz com que eu afirme que a regra pernambucana, a antiga regra de celotex da Boa Vista, é de fato e de direito a rainha das regras.
Sei que críticas acontecerão, porém, as façam, desde que, antes, experimentem, pelo menos uma vez, jogar o verdadeiro futebol de botões, na maravilhosa regra pernambucana. Viva o botão!

quinta-feira, junho 11, 2009

BOTAFOGO CONQUISTA O II CHIFRONÉSIO DO RECIFE

Marcos Silva extravasando sua alegria na conquista do II Torneio Chifronésio do Recife
O Botafogo, de Marcos Silva, o famoso alvinegro do Setúbal, papou o título de campeão do II Torneio Chifronésio do Recife, encerrado no dia 06 de junho, na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, na regra pernambucana de celotex, a rainha das regras.
Dezesseis botonistas participaram da competição, com seus times de chifre, resgatando assim a história dos primórdios do futebol de botões no Nordeste.
Em 2006, no I Torneio Chifronésio, o campeão foi o Vila Belmiro, de Albertinho (ver matéria neste blog).
Este ano, houve uma mudança no regulamento, com as equipes disputando a competição em duas fases.
A primeira fase contou com as dezesseis equipes divididas em dois grupos de oito equipes.
No Grupo A: Náutico, Vila Belmiro, Chelsea, Coritiba, Hércules, Milan, Corinthians e Boa Vista.
No Grupo B: Botafogo, Santos, Internacional, São Paulo, Porto, Itacuruba, Marilia e Vitória de Guimarães.
As partidas foram realizadas no sistema de pontos corridos, dentro de cada grupo, classificando as quatro melhores pontuadas para disputarem a fase decisiva, a Fase Mata-Mata.
No Grupo A, pela ordem, alcançaram a classificação as equipes do Náutico, Chelsea, Vila Belmiro e Hércules. No Grupo B, Porto, Santos, São Paulo e Botafogo atingiram o objetivo de continuarem no torneio.
De saída, o Náutico, de Abiud Gomes, enfrentou o Botafogo, de Marcos Silva, tendo sido derrotado por 1x0 e consequentemente eliminado da competição. Por sua vez, o Chelsea, de Hugo Alexandre, eliminou o São Paulo, de Max Monteiro, ao empatar em 0x0 no tempo normal, porém, levava a vantagem de jogar pelo empate, por ter feito melhor campanha na primeira fase. No jogo envolvendo o Vila Belmiro, de Albertinho e o Santos, de Adilson Ribeiro, a vitória de 1x0 da Baleia Azul do Vila Belmiro, levou a equipe para a semifinal. No outro confronto, o Porto, de Dinoraldo Gonçalves, despachava o Hércules, de José Hércules, com um gol de pênalti, convertido pelo meia Lambari.
Na primeira semifinal, O Tricolor de Maranguape, jogando com a vantagem do empate, eliminou os "Blues" do Chelsea. No outro embate semifinal, o Botafogo derrotou o Vila Belmiro por 1x0, com um gol salvador de Marcelo Rossi.
Na decisão pelo 3º lugar, a vitória sorriu para o Vila Belmiro, aplicando 2x1 sobre o Chelsea.
Na partida que apontaria o campeão do torneio, o Botafogo, de Marcos Silva, com dois gols de Ruud Gullit, derrotou o Porto, de Dinoraldo e conquistou o título inédito de campeão do II Torneio Chifronésio do Recife.
Foi uma justa e merecida vitória, que encheu de alegria os botafoguenses.
A festa, que começou no interior da APFM, estendeu-se até o feudo do Setúbal, ponto de origem da esquadra alvinegra. Parabéns! Foi uma bela conquista! Viva o botão!

segunda-feira, abril 27, 2009

A CAPITAL DO FUTEBOL DE BOTÕES

A regra pernambucana em toda a sua grandeza
Aí, meus caros amigos. Estou de volta, após longo e tenebroso inverno. O assunto como não poderia deixar de ser é o futebol de botões, agora mais firme e forte na Associação Pernambucana de Futebol de Mesa, na capital brasileira do futebol de botões, a bela Recife, dos rios e das pontes.
A regra principal, obedecida pelos associados é a rainha das regras, a pernambucana, a famosa da bola de borracha, única que traz para a mesa a representação perfeita de uma partida de futebol.
Infelizmente, a sua difusão é muita pequena, devido talvez à dificuldade de se criar toda uma infraestrutura que permita praticá-la com toda a intensidade.
Seus campos têm que estar nivelados e possuirem fosso , circundando toda a sua extensão. Os botões são de tamanho proporcionais ao espaço de jogo, permitindo maior plasticidade nas jogadas. Os gols podem fluir naturalmente, desde que os praticantes tenham um alto grau de habilidade técnica.  Os jogos entusiasman pelo equilíbrio, concentração e esmero na execução das jogadas.
Tudo isso mostra que o futebol de mesa, praticado na regra pernambucana, é realmente aquilo que há de melhor no mundo do futebol de botões.
Quem fala isso tem a experiência de mais de sessenta anos na pratica do jogo de botões, tendo passado por milhares de mesas, nas mais diferentes regras.
Esse ecletismo dá uma segurança máxima em afirmar que o futebol de mesa, como verdadeira representação de um jogo de futebol, deveria ser praticado, única e exclusivamente, seguindo a regra pernambucana, a antiga regra de celotex da Boa Vista.
É lamentável que as pessoas que se dizem amantes do futebol de mesa nunca tenham, pelo menos, tentado experimentá-la. Muitos, pelo que foi sentido em batepapos informais, bem que tentaram, porém, desistiram porque não demonstraram possuir qualidades para se tornar bons botonistas.
É o mesmo exemplo que se tem com o tênis de mesa. Quando não se tem pendores para o exercício do esporte, o melhor caminho é o abandono. Daí o surgimento de práticas alternativas, bem mais fáceis, porém, pouco atrativas.  Em suma, é dificil vencer desafios.
Da mesma forma, não vai nenhuma aberração em dizer que Recife é a capital brasileira do botão. A diferença é que na Veneza Brasileira o jogo de botões é olhado como passatempo de crianças, mesmo se sabendo que, hoje em dia, o número de adultos praticantes é muito superior ao da petizada. Joga-se botão nos terraços, nas garagens, nas salas de jogos de condomínios, em qualquer lugar, nas mais diferentes regras.
Essa prática faz com que se faça a distinção entre brincar e jogar botão. Nos Clubes e Associações, joga-se. Nos quintais, terraços e garagens, se brinca.
Se olharmos como brincadeira, Recife é, de fato e de direito, a metrópole do botão, pois é praticado em todos os seus bairros, sem distinção de classe e condição social. Como esporte, a situação se inverte, pois são poucas as instituições que fazem do futebol de mesa uma atividade esportiva.
Explicações há para o fato, mas fica para uma outra oportunidade. Viva o botão!